Saltar entre os melhores do mundo, é sem dúvida, um grande feito. Louise Garcia Padron, premiada amazona venezuelana radicada no Rio de Janeiro, soube de sua convocação para os Jogos Esquestres Mundiais somente um mês antes da competição em Kentucky.
Para Loisse, representante da Venezuela no Pan RIO 2007, competir nessa 6ª edição dos Jogos e primeira nas Américas, também teve um sabor ainda mais especial devido a sua montaria:a égua da raça Brasileira de Hipismo, AD Simone Método Marcolab.
A parceria com AD Simone, começou um pouco tardia, mas vem de longe. “Ela foi escolhida e domada por mim aos 5 anos e meio. Devido à sua excelente filiação, ela estava reservada para a cria no Haras Método. Foi muito difícil convencer o Victor Foroni a vendê-la, pois ele sempre acreditou no animal”, lembra Loisse.
A confirmação da participação nos Jogos Equestres Mundiais veio de última hora. “Minha ida foi muito difícil já que fui convocada somente um mês antes. Assim não tive nenhum tipo de preparação. A égua chegou 12 dias antes do campeonato dos quais ficou 7 dias presa na quarentena. Além disso ela foi sem o tratador dela, porque não houve tempo de tirar o visto.” Conta Loisse.
Fato é que AD Simone foi o único animal da criação brasileira em pista no Mundial de Kentucky. E o resultado acabou sendo muito satisfatório. Após três faltas na primeira prova r também na 1ª passagem da Copa das Nações, a 1.60 metros, Loisse e AD Simone mostraram muita categoria com um único derrube na 2ª passagem da Copa das Nações.
Agora o próximo grande desafio da amazona são os jogos Pan-americanos de 2011 em Guadalajara no México. E, desta feita, para uma preparação ideal, Loisse e os proprietários de AD Simone decidiram deixá-la na Flórida dos EUA.
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
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